Ejaculação precoce tem aumento na pandemia

O Dr. Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes explica a influência que a pandemia exerceu em relação à ejaculação precoce. O médico urologista, mestre e doutor na área comenta sobre o distúrbio que foi propulsionado nos últimos tempos.

As causas mais comuns para o surgimento da impotência sexual, sendo a ejaculação precoce o caso mais comum, estão relacionadas aos transtornos mentais, como depressão, ansiedade e estresse. Dessa maneira, Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes comenta que, com a pandemia instaurada a nível global, as pessoas estão mais ansiosas, depressivas e estressadas.

O Dr. Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes comenta que é totalmente plausível relacionar a ejaculação precoce e outros distúrbios com a pandemia, uma vez que esse evento transformou a sociedade em diferentes níveis e proporcionou muitos desarranjos e complicações para milhões de pessoas.

Ademais, outro elemento que leva a essa conclusão é um estudo feito pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro que aponta um aumento nos sintomas de ansiedade e estresse na população desde março de 2020, coincidindo, desse modo, com a chegada do vírus no Brasil.

O Dr. Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes explica que as causas mais comuns para a ejaculação precoce são causas psicológicas, sendo a ansiedade, nervosismo e depressão como fatores confluentes para essa condição. O tratamento, geralmente, é feito com o auxílio de um profissional que cuide da mente, como psiquiatras e psicólogos.

Além disso, o Dr. Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes ressalta a importância de procurar um especialista para recorrer a um tratamento e restaurar qualidade de vida e bem estar do casal. O médico explica que na maioria das vezes há um estigma e constrangimento por parte do homem. Contudo, salienta que a consultas e acompanhamentos são feitos de forma sigilosa para oferecer o melhor no que tange ao conforto e segurança para o casal.

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