A beleza de Se a Rua Beale Falasse, de 2018

Dirigido pelo diretor Barry Jenkins e baseado no romance de James Baldwin, Se a Rua Beale Falasse é uma obra forte, afirma Rafael Libman, amante da sétima arte e leitor assíduo, fala sobre o filme à nossa redação.

Se a Rua Beale Falasse é, sobretudo, um filme sobre o amor. Conta a história de Tish, interpretada por Kiki Layne e de Fonny, interpretado por Stephan James. Os apaixonados se conhecem desde suas meninices, entretanto, ao longo dos anos os dois criam e desenvolvem um sentimento muito puro.

Contudo, esse amor é interrompido de forma abrupta quando Fonny é preso injustamente e Tish descobre estar grávida. Grandes obstáculos surgiram na vida do casal, porém Tish obstinada em tirar seu amado da prisão encontra forças para seguir em frente e fazer o que for possível, relata Rafael Libman.

Nesse sentido, em se tratando de força, Sharon (Regina King), mostra ser uma mulher forte, de muita garra e persistência, dando todo o apoio à sua filha Tish que se vê grávida, sem Fonny do lado, lidando com todas essas questões.

Se a Rua Beale Falasse é um filme que narra as dificuldades, o preconceito, exibe a dura realidade, porém com um toque lírico impressionante, enfatiza Rafael Libman, dando a beleza necessária de apreciação e vislumbre visual da obra.

Além disso, mais uma vez Barry Jenkins produz um roteiro de excelente qualidade, ganhador do Oscar de melhor roteiro por Moonlight: sob a luz do luar, em 2017, o roteiro de Se a Rua Beale Falasse também foi indicado para o prêmio de melhor roteiro, mas dessa vez acabou perdendo para Me Chame Pelo Seu Nome.

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